Home Data de criação : 09/08/11 Última atualização : 11/10/17 11:13 / 19 Artigos publicados

O FILHO PRÓDIGO  escrito em terça 11 agosto 2009 18:15

regina

O filho Pródigo

História do Filho Pródigo com adaptação, onde o seu retorno para casa

Personagens:

PAI

FILHO PRÓDIGO

IRMÃO

PAULA

AMIGA1

AMIGA2

AMIGA3

FAZENDEIRO

CRIADA

Narração_

CENA 1: – Numa sala está o Pai e o Filho Pródigo sentados aguardando a chegada do outro filho. Depois que as cortinas se abrem, entra o filho. Antes que as cortinas se abram, entra narração.

Nar.

 Existe um lugar, onde tudo foi planejado para que existia paz, tranquilidade, entendimento e amor. Um lugar onde as pessoas pudessam se enteder e viver em cumplicidade umas com as outras. Este lugar é chamado de lar, lugar de refúgio, Lugar onde pessoas unidas constituem uma família e apesar da família ser um projeto perfeito, muitos não conseguem atingir o equilíbrio perfeito de uma família bem sussedida, então os diferentes interesses surgem como uma espada afiada, dividindo-a ao meio, proliferando mágoa, angustia e dor. (abre-se as cortinas) Neste exato momento uma destas famílias está prestes a passar pelo fio desta espada

 

O PAI:-

 Vamos! Vamos filho, ja é tarde temos que cuidar do gado!, vamos ao trabalho.

O IRMÃO:

Mas  pai, que coisa!  todo dia acordar de madrugada...

Bem diferente desse meu irmão, que é um folgadão.

O que ganhamos, com ele nessa boa vida, gasta tudo em jogo e bebida...

O PAI

Ah meu filho, que quer que eu faça?

Ser duro com ele pode ser pior, ele não sabe fazer nada,

Eu espero que se arrependa, (abraça o filho e sai para o trabalho falando)  Ele é meu filho amado também, sei que vai mudar de vida filho.

 

( Chegando trabalho o pai senta na varanda e o filho entra )

Pai – filho, filho 

Filho: (entrando na varanda) Oi pai, o senhor me chamou?

Pai: Sim filho, seu irmão tem algo a dizer e eu gostaria que você também estivesse presente. (dirigindo-se ao filho pródigo) Pode dizer filho.

Filho Pródigo: (levantando-se) Pai, eu quero tudo que é meu, quero viver a minha vida, estou cansado, eu não sou como você, e meu irmão que gostam de trabalhar na fazenda, eu quero conhecer o mundo,  isso aqui não é pra mim. 

IRMÃO: (Indignado) O que? Pai, o que esse teu filho ta falando???

Pai: Você tem certeza que é isso que você quer?  Aqui  você tem tudo que precisa, nunca te faltou nada.
Pense melhor.  Sem  você aqui nada terá sentido meu filho.

Filho Pródigo: Eu já tomei minha decisão pai, e não vai ser um sentimentinho que vai me fazer mudar de idéia.

IRMÃO:  ( indignado se levanta e fala) Você é um ingrato, como pode falar assim com nosso pai.

Pai: (Acalmando a situação) Calma filhos, não precisamos nos exaltar. (Olha para o filho pródigo) É isso mesmo que quer filho?

Filho Pródigo: Sim, eu estou cansado dessa vida na fazenda, eu quero viver a vida, do meu jeito.

IRMÃO: O senhor ta  maluco pai.  vai permitir isso?

Pai: ( olha para o filho e  fala triste) Se for assim que ele quer, assim será!

Filho Pródigo: (mostrando um papel ao pai) Aqui está o documento para você assinar, para passar tudo o que é meu por direito.

Filho: Eu não acredito nisso, não vou ficar aqui assistindo isso (vai saindo da sala).

Pai: (Observa o papel um instante e em seguida assina o documento) Aqui está filho, tudo que você tem direito é seu, mas tome cuidado com que vai fazer.

Filho Pródigo: (Pegando o documento abre um sorriso) Não se preocupe, eu só quero ser feliz e livre. (saindo) Aí, galera. Agora é só curtição.  (coral canta)

CENA 2:

 – As cortinas se fecham para troca de cenário. Um ambiente de festa. Com as cortinas fechadas Entra música de festa e enquanto as cortinas se abrem entra narração. No palco uma mesa com copos e garrafas e se possível algumas pessoas de figurante e o filho pródigo ao redor da mesa com duas amigas.

NAR: - Durante dias, sua vida virou só curtição, indo a festas, pagando a entrada de todos, vestindo as melhores roupas...

Filho Pródigo: Que festaço, só filé, aí vc  viu aquela mina que me deu mole né? Eu sou o cara!

Amiga (1): aquela que te deu mole, ela não vale ô mané, ela é a garçonete.

Amiga (2): a única garota que falô com vc, te deu um fora inesquecível, (Imitando uma cantada)_te conheço de algum lugar? _ É eu me lembro de você do curral que eu fui semana passada! _ não sabia que boneca andava! _ e eu não sabia que burro falava! É cara sua situação ta difícil

Filho Pródigo: Qual é, esquece isso, vc qué me queimar?

Amiga (3): mais? Impossível.

Filho Pródigo: Esquece isso! (nisso entra outro amigo – O Paulão)

Paula: Fala aí galera, cheguei!

Amiga (2): Oh amiga, onde você estava?

Filho Pródigo: É  faz um tempão que chegamos aqui.

Paula: Sabe o que é, eu estava negociando um lance aí pra gente, mas não deu certo.

Amiga (1): Não deu certo por quê?

Paula: Faltou grana, O que eu tinha não dava. Foi uma pena, pois nós íamos curtir o maior barato.

Filho Pródigo: Faltou quanto, fala aí que eu dou um jeito.

Paula: Quinhentos paus.

Filho Pródigo: Por isso não. (Tira a carteira do bolso e assina um cheque entregando pro Paula) Toma aqui “mil pilas” e trás o dobro, nós merecemos fartura.

Paula: Aí, senti firmeza, to indo, mas já volto com a nossa noite garantida. Fui (sai de cena)

Amiga (3): cara você e maluco de andar com esse cheque por ai.

Filho Pródigo: melhor comigo do que sendo sugado num banco.

Amiga (2): O sem mulher ta certo!

Filho Pródigo: Olha, agora eu sou dono do meu nariz, e tenho grana pra fazer o que eu quizer.

Amiga (2): Ai, o amiguinho aqui ta inspirado heim, Aí pode contar com a gente nessa balada aí...

Filho Pródigo: Eu to com muita grana aqui amigos, vamos festa....(Filho Pródigo e as amigas, fazem uma “rodinha” )

Entra o Paula diz:

Paula: -  Ai rapaziada, como vai essa força, ( toca no ombro do pródigo e diz, como vai nosso caixa forte. Hehehe!!!)

Filho Pródigo: Fala maninha, beleza senta ai... Garçom, mais uma rodada aqui...

Amiga (3):E isso ai, dinheiro não é problema!

Filho Pródigo: Com certeza!!

Amiga (1): agora você tem muito dinheiro, podemos festa todo dia.

TODOS: É isso, ai

Paula: Só galera, o mano aqui é gente boa, to no nosso coração, é ou não é pessoal.

TODOS:  com certeza, um brinde a amizade, a nossa...

Nar: Ele começa a gastar seu dinheiro dissolutamente, com festas, bebedeiras, prostitutas e com tudo que o dinheiro pode oferecer, algum tempo depois... seu dinheiro acabou, pois ele se encontra destruído, sem dinheiro e abandonado por aqueles... Que diziam ser seus amigos. Está escrito, Segundo a Palavra de Deus, no livro de Eclesiastes, Capítulo 5, Versículo 10 diz: - O que amar o dinheiro, nunca se fartará de dinheiro; e quem amar a abundância nunca se fartará da renda: também isto é vaidade.

FECHA AS CORTINAS E FIM DO 2º ATO.

CENA 3

Filho Pródigo: Ai gente, bele...

Amiga (2): Fala para a outra..., aff, olha só como ele ta vestido, não vou me sentar com alguém assim

Filho Pródigo: - Eu to falando sério gente, a minha grana ta no fim, agora é a vez de vocês me ajudarem
* (silêncio) * A amiga (1) olha para a amiga (2) *

Amiga (2): - Imagina rapaz, valeu heim, por tudo, mas olha pra você agora.

Paula: cara, você parece um mendingo, quando você arrumar grana denovo agente volta ok.  Sai pra lá mané...  (Os amigos o humilham e saem. O Filho Pródigo volta-se para o público entristecido, e as cortinas se fecham).

Fim do 3º ato

CENA  4:

Entra uma música triste e enquanto as cortinas se abrem entra narração. No palco se for possível, simular uma calçada. O filho pródigo Entra com roupas sujas e muito deprimido com umas notas de dinheiro na mão como que se as contasse.

Filho Pródigo: Que situação, agora eu estou perdido de vez, não me restou mais nada., até aqueles traidores que se diziam meus amigos me abandonaram, todos estão preparando-se para dias felizes de festas e comemorações, e eu não tenho nem onde ficar. O que eu vou fazer? Estou tão só (abaixa a cabeça)

Começa uma música triste e narração:

NAR: Depois de um tempo, desesperado e muito humilhado, o pródigo se lembra dos dias de abuncia que tinha  na casa do pai, boa comida, boa cama, e o amor da família, e ele ali, abandonado, pq trocara tudo por uma felicidade ilusionaria que pensava que o mundo podia lhe oferecer...  então resolve procurar trabalho, mas descobre como faz falta os conselhos de seu velho pai, que dizia que  ele tinha que levantar cedo para trabalhar, e levar os estudos a sério porque um dia ele iria precisar, agora ali numa terra distante, sem nenhuma formação todas as portas se fecham pra ele,

(fica cabisbaixo pensativo)

Aproxima –se um homem e pergunta –

EVARISTO - tudo bem moço?

Filho Pródigo – Não, eu sou estrangeiro, tenho muita fome, procuro trabalho,mas, não sei fazer nada, então ninguém compadece de mim.

EVARISTO – você quer trabalhar, então? Conheço uma pessoa que cria porcos e está precisando de alguém para apascenta-los.

 

 

Filho Pródigo– quero sim, estou com muita fome preciso fazer algo para pelo menos ter o que comer.

 

(Saem os dois para lados opostos) fim do 4º ato

 

CENA 5:

Depois de saírem completamente, para a música e abrem-se as cortinas.

o fazendeiro se posiciona no palco num cenário simples que lembre um chiqueiro.

Fazendeiro: (Com uma bacia cheia de comida para os porcos) Que trabalheira, eu tenho tanta coisa pra fazer e tenho que ficar cuidando destes porcos. Preciso arrumar alguém que faça isso por mim, e logo. (Nisso entra o Filho Pródigo com Evaristo).

Evaristo: Olá seu Boanerges, olha o que trouxe pra senhor. (aponta para o filho Pródigo, como se ele fosse qualquer coisa)

Fazendeiro: (Dá uma volta em torno dele) Mas quem é este traste e porque você o trouxe aqui.

Evaristo: Ora essa homem de Deus, você não estava precisando de alguém para cuidar dos porcos.

Fazendeir: A sim, claro.afinal eu tenho que cuidar dos meus negócios. (Com desprezo) Mas francamente meu caro, os meus porcos estão mais limpos que você.

Filho Pródigo: (envergonhado) Olha senhor, eu faço o que a senhor quiser.... mas preciso trabalhar (implora ele)...

Fazendeiro: Acho que não, você é um maltrapilho, pode até transmitir doença pros meus porcos...

Filho Pródigo: Que isso doutor, eu só estou um pouco sujo. Olha se  o senhor quiser, eu trabalho pela comida e por um lugar para dormir.

Fazendeiro: Tudo bem, você pode cuidar dos porcos e te dou um prato de comida por dia, agora dormir, você vai ter que se virar por aí.

Filho Pródigo: Tudo bem eu dou um Jeito.

Fazendeiro: Então comece limpando essa sujeira toda, e fique esperto, eu estou de olho em você. Se alguma coisa acontecer com meus porcos, você vai estar em sérios apuros, esses porcos serão vendidos para ceia de natal e eu quero que eles estejam bem quando seus compradores vierem buscá-los ( fala com desprezo e vai saindo)

Filho Pródigo: Pode deixar senhor.  Anda um pouco como se observasse o lugar, depois começa a trabalhar. Uma musica suave e narração.

NAR: - Ao decorrer dos dias, sendo humilhado ao cuidar de porcos, ele sentiu uma grande angustia em seu coração, pela vergonha e indignação por ter saído da casa de seu pai e chegar a tal ponto,  passando fome, de desejar a comida dos porcos.

(Filho Pródigo trabalhando e olhando a comida dos porcos).

Pai: - (fala sem entrar em cena )  Senhor, cuide do meu filho, guarde-o e acampe seus anjos ao redor dele. Livra-o do mal, traga ele de volta para casa, ele foi uma promessa tua, tem misericórdia dele, toma-o pela mão, eu te imploro. Em nome de Jesus, amém.

(Filho Pródigo trabalhando e olhando a comida dos porcos, se dirige a comer, mas desiste).

Filho Pródigo: - Que fome meu Deus, (olha para os lados desconfiado e abaixa e pega da comida dos porcos, então se assusta como se voltasse a realidade e diz )

Filho Pródigo: - a que ponto cheguei meu Deus! Estou desejando a comida dos porcos! Na casa do meu pai não falta pão nem aos seus empregados! E eu aqui passando fome, como pude ficar assim?!
Filho Pródigo
: - Agora me lembro, desejei conhecer o mundo, conhecer a vida..., mas me atraía cada vez mais. Viajar pelo mundo, ter uma vida diferente do que aquela que meu irmão leva na fazenda, com tanto trabalho o dia todo, mas aqui estou,  alimentando porcos... Como estou arrependido, Vou voltar e pedir perdão a meu pai, pedirei pra ele me aceitar como um de seus empregados, pelo menos lá eu terei comida, e não serei humilhado por essa gente . ( fala com indignação).

NAR: Deus tocou em seu coração, arrependido, ele decidiu voltar à casa de seu pai, lugar de onde não devia ter saído. Segundo a palavra de Deus, em Isaías, Capítulo 57, versículo 18 diz: “ – Eu vi os seus caminhos, mas o sararei; eu o guiarei e lhe tornarei a dar consolo.”

fecha as cortinas e fim do 5º ato.

CENA:

Abren-se as cortinas, e entra o pai novamente olhando para o horizonte, de repente percebe algo ao longe.

Pai: Vejo alguém se aproximando. (Se esforça mais para ver) Se parece com meu filho, será que, que...(fica ansioso) Sim é ele, é meu filho.

Filho Pródigo: (Já no meio da Igreja, diz em vós alta) Pai...

Pai:  Filho é você. (O Filho Pródigo vai ao seu encontro)

Pai: - Meu filho, estava à sua espera! Estava aguardando o dia em que você voltaria!

Filho Pródigo: - (No meio da fala do Pai, se joga aos pés do pai). Pai, sei que não sou digno nem de ser chamado de seu filho, mas me perdoa e me receba pelo menos como um de seus empregados, me perdoa por tudo que eu te fiz passar...

Pai: - Ah meu filho!! eu já tinha te perdoado antes mesmo de ter feito, um pai nunca deixa de amar um filho.

Pai: - (O pai chama seus empregados) Venham! tragam roupas novas, calçados para meu filho, e  matem um bezerro cevado e preparem um grande banquete. Hoje é dia  de festa.(O pai o leva) Venha filho, porei um anel em seu dedo... Filho como estou feliz em te ver. (olhando para o alto) Obrigado Senhor.

Fecha as cortinas e fim do 6º ato

CENA7 :

As cortinas se abrem e uma mesa posta, como que para uma festa, está sendo montada pelos empregados. O filho se aproxima e chama um dos empregados.

Filho: - Marinete, venha aqui, o que está acontecendo?

Empregada: - Seu pai mandou preparar um grande banquete para  comemorarmos a volta do seu irmão, que voltou são e salvo para casa.

Filho: O que? Meu irmão voltou?
Enquanto se falam, o Pai e o Pródigo entram pelo fundo do palco

Empregada: Sim, e seu pai mandou matar um bezerro cevado para festejar.

Filho: Eu não vou entrar aí, não concordo com isso. (fala com indignação)

Pai: (Aproxima-se de filho) Meu filho, venha festejar a volta de seu irmão. Ele voltou para nós.

Filho: -(indignado) Festejar, o que? Pai, estou contigo há tantos anos te ajudando, me esforçando, sem nunca te desobedecer e o senhor nunca me deu um cabrito para eu festejar com meus amigos, agora chega Este ingrato que te virou as costas, recusando te obedecer, perdeu todos os seus bens com falsos amigos e prostitutas, e o senhor o recebe banqueteando a volta daquele que um dia te negou. Eu não compreendo!

Pai: - Meu filho, você sempre esteve comigo, todas as minhas coisas são suas, vc é que nunca desfrutou, mas entenda, o teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado e, por isso me alegro.

Filho: -  Mas pai...

Pai: - Meu filho, sei que pode ser difícil para você aceitar isso, mas para mim é como se ele tivesse nascido de novo. Não tenha inveja de seu irmão, isso é pecado, e além do mais, amo você, tanto quanto a ele.

 Filho: Eu compreendo pai, está certo, o senhor o ama, pode ser difícil  mas eu também o amo.
(O filho pródigo sorri e se aproxima, seu irmão o abraça e em seguida o pai abraça os dois, ficando os três abraçados).

Pai: Vamos, entrem, temos muito que comemorar nesta noite, pois meu filho voltou para casa

(Entram para a festa)

Música: A sua escolha.

Compartilhar
1 Fan Ver todos os fãs >

Faça um comentário!

(Opcional)

(Opcional)

error

Importante: comentários racistas, insultas, etc. são proibidos nesse site.
Caso um usuário preste queixa, usaremos o seu endereço IP (54.237.32.10) para se identificar     


3 comentário(s)

  • cileida mailto

    Sáb 09 Ago 2014 22:27

    Adorei a maneira de vc fazer teatro. Estou coordenando um grupo de jovens e preciso muito de ideias, pois comecei agora. Se puder me ajudar. meu email e dedacabeleireira@hotmail.com. Obrigada

  • educandocomcristo Sáb 19 Jan 2013 14:25
    Amei!!! parabéns!

  • adriana mailto

    Seg 23 Jul 2012 18:54

    adorei sua forma de elabora uma peça teatral adoro fazer teatro. um abraço Adriana .


Abrir a barra
Fechar a barra

Precisa estar conectado para enviar uma mensagem para poesiaepecasdeteatro

Precisa estar conectado para adicionar poesiaepecasdeteatro para os seus amigos

 
Criar um blog